CHAPADA DIAMANTINA
Prateleira
Livros
“O Rio São Francisco e a Chapada Diamantina” (ed. Companhia das Letras, 352 páginas), de Teodoro Sampaio. O engenheiro baiano faz um relato curioso da população e da natureza da Chapada Diamantina na expedição que percorreu o sertão e o curso do rio São Francisco em 1879.
“Chapada Diamantina” (ed. Terra Brasil, 219 páginas), de Araquém Alcântara. O fotógrafo catarinense traz uma seleção de imagens impressionantes sobre a biodiversidade, a geografia e o povo da região.
“Orquídeas da Chapada Diamantina” (ed. Nova Fronteira, 400 páginas), de Antonio Toscano e Philip Cribb. Estima-se que existam mais de 300 espécies de orquídeas na Chapada Diamantina, algumas raras e outras que só ficaram conhecidas graças ao trabalho dos botânicos Toscano e Cribb. Esse foi o caso da Sarcoglottis riocontensis, descrita pela primeira vez neste livro.
“A Dádiva Esquecida” (ed. Magma Cultural, 118 páginas), de Luiz Felipe Aranha Moura. O mergulhador leva o leitor a uma expedição pelo sertão baiano, desvendando os rios e as águas ocultas da região.
“Os Ecos Contraditórios do Turismo na Chapada Diamantina” (ed. Edufba, 418 páginas), de Francisco Emanuel Matos Brito. O livro, baseado em uma tese de doutorado, critica a prática predatória do ecoturismo para a população e a natureza da região através de abordagens históricas, antropológicas e econômicas.
Filmes
“Abril Despedaçado”, dirigido por Walter Salles Junior (Brasil, 95 minutos, 2001). Trágica e sensível adaptação do livro homônimo do albanês Ismail Kadaré. A história se passa na geografia desértica do sertão brasileiro – especificamente, na cidade de Rio de Contas, na Chapada Diamantina –, onde Tonho (Rodrigo Santoro), é impelido pelo pai a vingar a morte do irmão mais velho.
“Besouro”, dirigido por João Daniel Tikhomiroff (Brasil, 95 minutos, 2009). A história, inspirada em fatos reais, conta como Besouro Mangangá (interpretado por Ailton Carmo) torna-se, na década de 1920, o maior capoeirista do Brasil. Parte das cenas foi filmada na cidade de Igatu. O filme é uma adaptação do livro “Feijoada no Paraíso”, de Marco Carvalho.
“Beira do Caminho”, dirigido por Breno Silveira (95 minutos, 2011). As cidades de Mucugê, Andaraí, Lençóis e Curaçá, na Chapada Diamantina, serviram como cenário desse road-movie, o primeiro de Silveira depois do sucesso de “2 Filhos de Francisco”. O filme conta a história do caminhoneiro João que, após viver um trauma, decide viajar pelo Brasil em busca de um sentido para a vida.